Meliponários contribuem para pesquisas e preservação das abelhas nativas sem ferrão

Meliponários contribuem para pesquisas e preservação das abelhas nativas sem ferrão


Nos campi da USP em Ribeirão Preto e Piracicaba, também são realizadas pesquisas com as abelhas sem ferrão. Em Ribeirão Preto, foram contabilizados mais de 1.300 ninhos, que apareceram na Universidade principalmente após uma política de reflorestamento implantada no espaço, em 1998. Hoje, o Departamento de Genética da USP Ribeirão estuda processos moleculares e celulares envolvidos na diferenciação de rainhas e operárias em abelhas sociais. Em Piracicaba, a Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (Esalq) possui um meliponário com cerca de 35 colônias de abelhas sem ferrão, localizado no Departamento de Entomologia e Acarologia.

O Parque de Ciência e Tecnologia (CienTec) da USP está no processo de registrar e construir o seu próprio meliponário, para incentivar a proliferação das abelhas na Mata Atlântica. No momento, o parque possui uma caixa com enxame da espécie Mandaçaia, doada por uma professora da USP, e ninhos naturais da espécie Jataí, expostos para visitação. São realizadas atividades de educação ambiental, como a Trilha das Abelhas, que conscientiza e dissemina informações sobre a conservação das abelhas. “A mudança de crenças e atitudes é fator-chave para a real mitigação do problema crítico que vivemos, da diminuição de abelhas e insetos polinizadores em geral”, aponta Suzana Ursi, diretora do CienTec.



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